... despida de mim, cá dentro. Um peso enorme feito de derrota. Não soube amar-te e agora, idiota, volto a ti para sofrer. Na minha dor penso em destruir-te como quem pisa uma flor que nunca aprendeu a contemplar. Retornam os ciumes que nunca tive. Mais que tudo: doi-me ainda o teu corpo intenso.

(trabalho sobre foto de Rui de A. Cardoso)